Mostrando postagens com marcador além do que se vê. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador além do que se vê. Mostrar todas as postagens

30.4.11

Intangível.

Há dias não se sente o vazio por essas bandas, como muito era frequente há tempos atrás. Nem que esteja cheio de doce de goiaba ou nem que seja só até a metade com granola e mel, mas nunca, nunca vazio. São os turbilhões de ideias impregnadas de subjetividade que por vezes são usadas contra quem não permite, irritando e mal-dizendo, que não permite que exista a fome ou o sono, uma estática incrementada de sentimentos bonitos e abomináveis, formando um grande sorvete com cobertura de limão, granulado e jujuba. Tudo muito doce, como a vida bem deveria ser.
Conjeturavam se sim ou se não, um para ter a certeza de ficar e outro para ter a certeza de partir e nunca olhar pra trás, mas nunca obtiveram uma resposta, com a desculpa cafona de que nada lhe foi perguntado e assim mesmo ficou, sem sim e sem não. Se chateavam-se? Não, pois tu mesmo ensinastes a filosofia e nós mesmos seguimos, mesmo que nossas jujubas estejam meio murchas e com pouca açúcar, parece ser um futuro promissor, ter que mastigar e mastigar até nossas gengivas ficarem fadigadas e doloridas.